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henrikibsen

Ibsen, meu caro.

Por | Atelier de Monólogos, Chão e Calçada, Espetáculos, Novidades | Sem comentários

A gente se conhece a tanto tempo, não? Me lembro do nosso primeiro encontro. Lembro que foi um conhecido em comum, dizendo que eu deveria te conhecer. Ou por outra, um amigo em comum falava de ti, e eu pensei comigo que precisava te conhecer. Essa é a verdade. Sejamos francos um com outro como sempre fomos.

Então, Ibsen, meu velho, nunca estivemos tão próximos como agora. E olha que nem estamos assim, tão perto. Afinal eu apenas tornei minha uma história sua. Como acontece com aquelas piadas que nós contamos para alguém, sabe?
Da primeira vez a gente diz: “Tal pessoa me contou uma piada, ela é assim…”; na segunda vez já dizemos: “Ouvi uma piada uma vez, ela é assim…”; na terceira a piada já é nossa: “Eu sei uma piada que é assim…”
Não estou chamando sua história de piada, hein! Você me conhece. E sem frescura aqui entre nós.

Mas sabe queridão… acho que só você encontraria sua história aqui. Ela foi assimilada com tanto carinho, tanto amor.

É mais fácil alguém achar que é uma versão de outro nórdico. E eu não culpo quem achar isso.

Mas isso não é assunto para agora. Agora o que interessa é que aquela flor que você disse que gostou tanto uma vez, agora floresce aqui.

Floresce em São Paulo, acredita?

Iremos revela-la ao público todos os dias, por 10 dias seguidos. Sempre ao pôr-do-sol.

Pores-do-sol sempre me lembram a Áustria, e eu nunca te disse isso antes.

Talvez seja apenas mais uma homenagem secreta. Quem saberá?

Ibsen, meu amigo. Vai ser bom te ter por perto.

Muito prazer, sr. Andersen. Nós somos As Extraordinárias!

Nós & Andersen – um encontro extraordinário

Por | Andersen, As Extraordinárias - Teatro de Rua, Chão e Calçada | Sem comentários

Muito se conhece de Andersen, pouco se sabe sobre ele.

Não há apenas um motivo simples e direto que nos motivou a levar um pouco desse homem e um pouco sobre esse homem para as ruas.

Não é apenas o fato dele ser mais influente que os Beatles na formação da cultura popular – e não só porque ele também influenciou os Beatles, como também influenciou Walt Disney, e Shakespeare, (e convenhamos… se alguém influenciou os Beatles, Disney e Shakespeare… essa pessoa influenciou o mundo!) como influenciou diversos monarcas e chefes de Estado… Mas talvez seja para tentar entender tudo isso: “como é que um simples homem (simples, mas complexo) pode produzir uma obra tão vasta com um alcance tão extenso?”.

Não pretendemos responder nada sobre Hans Christian Andersen. Queremos conhece-lo. Queremos apresenta-lo. Queremos que nosso público se encante como crianças. Como milhares de crianças foram se encantando ao longo dos séculos. Queremos apenas ser os porta-vozes desse homem extraordinário.