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bruxa

Ele olhava para ela e insistia em não ver. Fazia perguntas e ela não devaneava, respondia direto, e ele suspirava, sem ter ouvido nada. Estava de preto e não verde, amarelo, ou azul turquesa. Era Jeans e couro e não tule, pétala ou asa de borboleta. Era uma mulher pô, e não uma lenda. Uma mulher com fome, desejos, tristezas e segredos e mulher. Mas ele não percebia, ria de algumas coisas, ficava em silêncio em momentos aleatórios, mas seus olhos brilhavam. Isso devia funcionar com a maioria das mulheres em que ele projetava suas ilusões. Não com ela. Sua última frase antes de ser esquecido, ou devorado – nunca saberemos, foi: “você é uma fada, sabia?”. “Eu sou uma bruxa!”, ela respondeu.

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